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Este livro (ainda) não tem nome

Entre e leia-me. Sinta-se como se estivesse em sua casa, eu vou fazer por isso

Este livro (ainda) não tem nome

Entre e leia-me. Sinta-se como se estivesse em sua casa, eu vou fazer por isso

Tronos, casas, dragões e a luta contra a frustração

Depois de uns dias difíceis, a vida vai voltar de novo ao normal, se é que já encontrámos um novo normal depois da pandemia. 

Por enquanto vou me entusiasmando com os episódios, lançados a conta gotas, da House of Dragon 

Sendo que devo ter sido uma das últimas pessoas a ver a Guerra dos Tronos no seu tempo de vida útil - só me interessei pela série após a frustração global sentida com o final, de tal forma que me deu a curiosidade suficiente para combater a febre exagerada "da coisa" que era suficiente para me fazer não querer assistir.

Também devo ter sido das únicas pessoas que entendeu o final, uma vez que eu consigo perfeitamente cortar um mal pela raiz, e tomar uma decisão que me magoe, quando suspeito que a escolha que fiz pode não ter sido a mais acertada.

Ainda assim, caí redonda, na febre de que tanto fugi, e já andava ansiosa pelo retorno deste universo maravilhoso que é o mundo de westeros. Também deve ser uma das únicas produções deste género em que não gosto mais dos livros, do que da produção cinematográfica. Tentei ler as crónicas do gelo e do fogo mas não achei grande piada, daí a minha relutância em assistir à série.

Por enquanto, esta prequels, como lhe chamam, vai preenchendo o vazio deixado por aquele mundo maravilhoso, quando a serie acabou. Ainda não é o suficiente para me maravilhar, mas já gosto da intensidade das personagens femininas. Deixa ver como evolui. Ainda não encontrei o herói da história e uma história sem um heroí, apesar de poder ser uma grande história, fica sempre incompleta. Embora não pareça, sou romântica, lá bem no fundo 😎

 

É isto por hoje, que o cansaço não me permite muitas reflexões e a história só recorda nomes...