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Este livro (ainda) não tem nome

Entre e leia-me. Sinta-se como se estivesse em sua casa, eu vou fazer por isso

Este livro (ainda) não tem nome

Entre e leia-me. Sinta-se como se estivesse em sua casa, eu vou fazer por isso

Pensar em tudo e em todos

20 de Julho, fim da tarde, uma calmaria infernal que derrete o alcatrão das ruas . Tal e qual como era, como sempre foi.

O sono que me caracteriza habitualmente, pede-me o café que não vou tomar por causa do calor. Lá mais para a hora de entrada, talvez se justifique o dito cujo café ... 

O aborrecimento que traz a calmaria senta-se comigo, após o jantar. `Por vezes é bom estar aborrecido, ajuda-nos a centrar-nos em nós. Os miudos passeiam-se por aí , finalmente aproveitando sem medos o fim de uns anos estranhos. Quero-os na rua, a socializar , a limpar as mentes dos conteudos cada vez mais estranhos das redes sociais. Quero-os a fazerem-se gente, mesmo que isso implique uma forma controversa de vivenciar o sistema de ensino, as novas formas de educação, que por mais que tente, não consigo compreender. O bem que nos traz a periferia, traz-nos limites ao que lhes podemos dar em termos de conteúdos. Mas socialização e desporto, podemos. Que se lixem as novas tecnologias, os novos métodos, ando à procura de fazer o melhor com o que tenho na mão, tal como sempre. Continuo a cuidar dos meus e a cuidar de todos os outos também, que se gostam de aninhar, por baixo das minhas asas enormes. A corrida contra o tempo só não ganha quem não quiser correr. 

 

 

         

Há classicos que nunca passam de moda, ensinamentos antigos que não deveriamos esquecer e sobretudo, quando olhamos em frente, devemos lembrar-nos sempre de onde viemos. A vida não foi feita apenas para consumir tempo, mas sim para consumir emoções. Às vezes é necessário lembrar isso aos miudos, senão o jogo da vida deixa de ter interesse...